sábado, 24 de maio de 2008

-Foi-se Jefferson Peres, o homem que desafiou a ´ética´dos canalhas, calheiros e calhordas...
-Essa obsessão por meio ambiente já tresanda fartum...
-Índios? O que se vê são ´brancos´travestidos de selvícolas capitaneados por espertalhões de certas ongs que sugam os cofres da nação e outras organizações internacionais com testas de ferro da mídia internacional como esse idiota Sting, e agora um outro gringo no tal encontro Xingu Vivo para Sempre. Para completar são acobertados pela Igreja cujo passado negro vem da Inquisição com a tortura e morte de milhões de inocentes, que fariam inveja aos carrascos de Hitler. E agora a vítima foi um diretor da Eletrobrás, ferido gravemente nesse encontro de selvagens que é mais uma violência a acrescentar à história desta terra sem lei. Enquanto isso, o Lula e seus ministros vadios comemoram o ´investment grade´...



UMA PENA CAI TÃO RÁPIDA COMO UMA BALA DE CANHÃO

Einstein incorporou em seu princípio de equivalência um resultado derivado por um seu ilustre predecessor – o físico Italiano Galileo Galilei. Galileo também gastou muito tempo refletindo sobre a natureza do movimento acelerado e descobriu que todos os objetos caem com a mesma taxa no campo de gravidade da Terra, a despeito de seus pesos. Séculos antes, Aristóteles havia proclamado que objetos pesados caem mais rápidos do os leves. Por um hábil argumento, Galileo demonstrou que essa visão era errada. Suponha, argumentava ele, que soltamos dois objetos, um pesado e um outro leve, do topo de uma torre. Os dois objetos não estão livres, mas estão atados por um cordel. A questão é se o objeto leve vai diminuir ou acelerar a queda do objeto pesado em direção ao solo. Se Aristóteles estava certo, o objeto mais leve cairia mais devagar, desse modo puchando o cordel e diminuindo a queda do objeto mais pesado. Mas alguém facilmente poderia argüir que os dois objetos ligados formam um novo sistema mais massivo do que o objeto pesado sozinho, e que os dois objetos ligados juntos devem, portanto, cair mais rapidamente do que o pesado tomado isoladamente. Assim, se Aristóteles estava certo, chegar-se-ia a conclusão absurda de que o componente mais leve seria simultaneamente acelerado e diminuiria a queda do objeto pesado. A única maneira de evitar este absurdo é concluir que o objeto mais leve não afeta a queda de seu contraparte mais pesado de um modo ou de outro, o que significa que ambos têm de cair com a mesma velocidade.
Os livros de História contam que Galileo deixou cair objetos de pesos diversos do topo da Torre Inclinada de Pisa para verificar o resultado que ele tinha obtido por raciocínio puro. Idealmente, o experimento teria de ser conduzido num vácuo completo, de modo a eliminar qualquer resistência ao movimento causado pelo ar. Em tais condições, uma pena de ave e uma bola de canhão cairiam igualmente com a mesma velocidade. Cerca de 350 anos depois, o experimento foi realmente feito na superfície sem ar da Lua por um astronauta Americano, usando uma bola de golfe e um martelo de aço.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Pensamento do dia: O senado romano tinha um Incitatus. Aqui..., temos vários...




GRAVIDADE E ACELERAÇÃO


A simetria entre Jules e Jim foi quebrada porque Jules foi submetido a acelerações e desacelerações, enquanto Jim, não. No surgimento do seu trabalho de 1905, Einstein começou pensando acerca da natureza do movimento acelerado como também da gravidade. Cedo ele compreendeu que os dois fenômenos estavam intimamente relacionados. O insight, que depois ele descreveu como “o pensamento mais feliz da minha vida,” veio a ele em 1907 quando ele estava sonhando acordado no Escritório de Patentes em Berna. Como muitas grandes idéias que alteraram o curso da história, esta, também, era de límpida simplicidade. Einstein se imaginou dentro de um elevador subitamente começando sua viagem para cima. Nós todos temos experimentado esta sensação. A aceleração empurra você contra o assoalho como se a gravidade tivesse abruptamente aumentado e seu peso tivesse crescido. Reciprocamente, quando o elevador acelera para baixo, você tem o delicado sentimento de que seu estômago não pode quase manter-se com o resto do seu corpo, que você está menos firmemente plantado no assoalho, e que você tem repentinamente perdido vários quilos. Você pode experimentar a mesma sensação num avião que de repente encontra turbulência, quando o piloto rapidamente desce para evitar a área de turbulência. Os elevadores fizeram Einstein entender que o efeito do movimento acelerado é equivalente ao do campo gravitacional.
Vamos voltar ao astronauta que voa em sua espaçonave. No momento, ele está afastado de qualquer planeta ou estrela, o que significa que ele não está sujeito a qualquer força gravitacional. Ele tem desligado todas as máquinas do seu foguete. Levado pela inércia, ele se mantém quase em velocidade constante na quieta vastidão do espaço intergaláctico. Dentro de sua cabine, o astronauta pegou no sono, segurado por um sinto em seu assento. Em torno da cabine, um copo vazio, um lápis, uma borracha, e um bloco de papel estão flutuando. Ele estava escrevendo uma carta e bebendo um copo de água quando ele cochilou. Se ele não estivesse seguro pelo sinto, ele, também, estaria flutuando com o lápis e a borracha. O astronauta acordou e decidiu ligar suas máquinas. O copo, o lápis, e tudo o mais continuaram a flutuar livremente como se nada tivesse acontecido. Mas o chão da cabine apanhou-os com crescente velocidade, e os objetos flutuantes terminaram batendo-o, todos ao mesmo tempo. Um passageiro desavisado de que o astronauta tivesse religado as máquinas teria pensado que o lápis e a borracha teriam caído no chão porque eles eram atraídos por um campo gravitacional, tal como uma maçã madura cai no chão devido a gravidade da Terra. Os efeitos da aceleração do foguete e os de um campo gravitacional são estritamente idênticos.
O que Einstein fez foi elevar esta profunda similaridade ao status de princípio. O “princípio da equivalência”, como é conhecido, constitui uma extremamente poderosa ferramenta para explorar os segredos da Natureza. Para compreender, por exemplo, o comportamento da luz num campo gravitacional, tudo o que se tem a fazer é perguntar-se como ele apareceria a um observador em movimento acelerado que é um atalho considerável e muito efetivo. Einstein, o mágico, impulsionou assim a noção de simetria ao seu mais alto nível. Ele não ficou contente simplesmente decretando que dois observadores em movimento relativo constante devem perceber exatamente a mesma realidade física. Ele foi um passo além e asseverou que qualquer diferença entre a realidade física percebida por um observador em movimento constante e um outro em movimento acelerado deve ser interpretada em termos de gravidade.

terça-feira, 20 de maio de 2008

O FOGO DAS ESTRELAS


Não somente a massa aumenta com a velocidade, porém Einstein encontrou que ela pode se converter em energia. Essa descoberta mudou completamente o curso da história da humanidade e deu aos físicos um senso de culpa.
Para Newton, toda a energia de um objeto residia exclusivamente no seu movimento. Quanto mais rápido ele se deslocava, mais energia ele acumulava, e esta era proporcional ao quadrado da velocidade. Um objeto estacionário não teria energia. Einstein mudou completamente tudo isto. Ele demonstrou que um objeto possui energia mesmo quando em repouso, por causa da sua massa. Esta massa energia é calculada simplesmente multiplicando a massa pelo quadrado da velocidade da luz. Este é o significado da equação E=mc2, a qual talvez seja a equação da física mais famosa de todos os tempos. Devido a velocidade da luz ser muito grande (300.000 km/s), as massas energias podem ser perturbadoras. Por exemplo, se você pesa 150 libras e sabe como converter essa massa em energia, a energia liberada seria 30 vezes maior do que a da mais poderosa bomba nuclear já detonada pela humanidade.
Converter massa em energia não é uma tarefa muito fácil. Durante a II Guerra Mundial, os melhores e mais brilhantes físicos das nações Aliadas se juntaram em Los Alamos num remoto esconderijo do deserto Novo México, para tentar liberar o poder confinado na matéria. Os Aliados acreditavam que Hitler tinha começado um esforço similar e que era crucial batê-lo. Os físicos de Los Alamos enfrentaram o desafio brilhantemente. O primeiro teste da bomba atômica teve lugar na aurora de uma manhã de Julho de 1945 em Alamogordo. A serenidade do deserto foi abalada pela explosão de um enorme bola de fogo. Depois de ver o gigantesco cogumelo negro se elevando no céu pálido, duas linhas do Bhagavad-Gita, um poema Hindu, passaram pela mente do físico Americano Robert Oppenheimer (1904-1967), o diretor de Los Alamos:


I am become Death,
The shatterer of Worlds.


Infelizmente, sua premonição se tornou real somente poucas semanas mais tarde quando, em 6 e 9 Agosto de 1945, duas bombas atômicas foram jogadas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, causando mais de uma centena de milhares de perdas imediatas, e deixando uma indelével mácula na alma da humanidade. Teremos sabedoria para nunca esquecer a dor e a mágoa, e para sempre proteger nosso amado planeta azul do perigo nuclear?
Einstein não tinha nenhuma inclinação para bombas atômicas quando ele descobriu a equivalência entre massa e energia. Seu objetivo principal estava nos objetos em movimento. Mas as descobertas em ciência fundamental às vezes têm ramificações inexperadas e pode levar a resultados imprevisíveis. Elas não são boas ou más em si. É como os políticos e os militares escolhem para usá-las que determina seu valor moral.
A descoberta de Einstein também tornou possível resolver vários enigmas científicos importantes. Por que as estrelas brilham era um mistério completo no início do século vinte. Ninguém tinha uma pista de como era a ignição desse fogo brilhante – particularmente por um longo período de tempo, pois já havia sido estabelecido por meio de datação radioativa dos elementos da crosta terrestre que o Sol tinha uma idade de alguns bilhões de anos. Graças a equivalência entre massa e energia, compreendemos agora que é pela conversão de uma pequena porção de sua massa de hidrogênio que o Sol brilha, aquece-nos, e é a fonte de toda vida no nosso planeta. Por sorte, este processo de conversão não é muito eficiente – somene 0.7 por cento da massa de hidrogênio do Sol é convertida em radiação – mas é suficiente para tornar nossa Terra numa agradável casulo na frigidez do espaço interestelar e intergaláctico, onde a temperatura chega próximo ao zero absoluto.
Também ajudou a resolver de como o universo nasceu. Atualmente se acredita que ele veio a existir por meio de uma fantástica explosão – o big bang – num vácuo cheio de energia. A equivalência massa-energia nos faz compreender como a energia do vácuo pode ter dado origem a todo material contido no universo, de galáxias a estrelas, dos planetas aos homens e micróbios. A descoberta de Einstein também explica o comportamento de partículas elementares no mundo subatômico. Neste mundo, as partículas aparecem e desaparecem ao capricho de colisões, como por mágica. Quando dois prótons se chocam numa veloz colisão cega, o resultado não é exatamente os dois prótons originais, mas uma pletora de outras partículas. Parte da energia cinética dos dois prótons é convertida em novas partículas. A física Newtoniana é incapaz de dar explicação para tal fenômeno. Para Newton, duas bolas de bilhar colidem e as mesmas duas bolas ricocheteiam em outras direções, mas o surgimento de novas partículas era totalmente inconcebível. Também temos de mencionar como o físico Austríaco Wolfgang Pauli usou a equivalência de massa e energia e o princípio de conservação de energia para inferir a existência de neutrinos.

domingo, 18 de maio de 2008

Você sabia que servente da câmara federal ganha mais que um Phd? Que um assalariado mínimo leva 28 anos para ganhar o que um deputado federal ganha em um mês? Que essa corja de parlamentares quer auxílio funenral de 17mil reais? Que o Congresso Nacional é valhacouto de mandriões e bandidos? Democracia ou canalhocracia? Basta!!! O que falta? O copo já transbordou...


SIMETRIA QUEBRADA


A situação permanece perfeitamente simétrica desde que Jules e seu amigo sedentário Jim não se encontrem frente a frente. O que acontece agora quando Jules volta para a Terra e pode finalmente comparar seu relógio com o de Jim sem ter de confiar nas imagens de vídeo transportadas por ondas de rádio? Certamente, nesse ponto as coisas já não podem permanecer simétricas. Seu relógio deve estar ou adiantado ou atrasado ao de Jim, mas não podem ser ambas as coisas. Aqui é onde Einstein entra para resolver a questão: o tempo deve ter passado mais devagar para o aventureiro Jules do que para o sedentário Jim. Se Jules tem mantido uma velocidade constante de 80 por cento da velocidade da luz durante toda viagem, seu tempo terá fluido 60 por cento mais lento do que o de Jim. Vamos supor que sua viagem durou 20 anos segundo contado na Terra. Ele partiu no ano 2000 e voltou em 2020. Contudo, para Jules sua viagem terá durado 20 x0.6 = 12 anos. O calendário a bordo de sua aeronave lhe mostra que está de volta no ano 2012. A diferença é bem real. O coração de Jules terá batido menos, seus pulmões terão absorvido menos ar, seus cabelos não se tornarão muito grisalhos, e seu rosto não mostrará muitas rugas; ele não terá escovado seus dentes tão frequentemente ou feito muitas refeições.
Em suma, a simetria terá sido quebrada. Por que? Porque durante o curso de sua viagem, Jules tem feito mudança de velocidade; ele teve que acelerar e desacelerar. Ele teve que acelerar para ficar livre da força de gravidade da Terra e alcançar a velocidade de cruzeiro de 80 por cento daquela da luz, e depois ele teve que desacelerar à velocidade quase zero para ficar em repouso na superfície do distante planeta. Então ele teve que acelerar novamente para iniciar sua viagem de retorno, e desacelerar uma vez mais para um suave pouso na Terra. Estas acelerações e desacelerações são bem reais. Os astronautas as experimentam desde a primeira vez quando eles são pressionados fortemente contra seus assentos quando a espaçonave decola. Nós a experimentamos num carro que deixa um sinal vermelho cantando pneu ou num elevador expresso que vai para o último andar. A situação é simétrica entre Jules e Jim desde que a velocidade de Jules permaneça constante. Sob estas condições, dizer que o foguete de Jules se afasta de uma Terra fixa ou que a Terra se afasta de um foguete estacionário se resume numa mesma coisa. A simetria prevalece desde que as velocidades relativas são constantes. A partir do momento que há uma mudança de velocidade, a simetria está quebrada. O tempo de Jules se move mais lentamente do que o de Jim porque é Jules que está sujeito a acelerações e desacelerações.
E assim a fonte de juventude descoberta por Einstein assume um caráter muito peculiar. Tudo o que você tem que fazer para acumular muitos anos menos rapidamente é fincar o pé no acelerador. Mas você não pode usar a velocidade para diminuir sua taxa de envelhecimento no seu próprio referencial de tempo, somente em relação ao de alguém. Enquanto Jules viajava, ele sentia que estava envelhecendo quase normalmente. Somente após seu retorno à Terra ele notou que tinha envelhecido somente 12 anos, em vez de 20 que Jim tinha acumulado.
Quem sou eu
leopoldino ferreira
Nasceu em Santarém, Estado do Pará, em 20 de julho de 1935.Trabalhou na iniciativa privada. Fez o nível médio no Colégio Estadual Paes de Carvalho, em Belém, e na Moderna Associação Brasileira de Ensino (MABE), no Rio de Janeiro. Controlador de Vôo. Bacharel e Licenciado em Matemática pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e Mestre em Ciências pela Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE-UFRJ). Foi estagiário no Instituto de Pesquisa Nuclear de Julich, Alemanha. Doutor e Livre Docente em Física pela UFPA. Nessa instituição fundou o Laboratório de Radiações. Foi chefe do departamento e coordenador do Curso de Mestrado em Física. Orientou duas teses de mestrado em Física. Editou o livro "Sedução Fatal" , romance, pela editora Paka-Tatu, o qual mereceu uma resenha no site polonês "Gazeta Wyborcza", junto com o Nobel Gabriel Garcia Marques, e ouutros autores sul-americanos. Colaborou com o jornal O Liberal, em divulgação científica, com o título ‘Físico e Filósofos’. Em março de 2007 lançou na Academia Brasileira de Letras (ABL)o livro "Suzanes", uma crônica dos crimes atuais no Brasil. Visualizar meu perfil completo

Realizm brutalistyczny
Artur Domosławski, Brasilia
2005-03-21, ostatnia aktualizacja 2005-03-21 18:47
Już po polsku głośna na całym świecie najnowsza książka Gabriela Garcii Márqueza "Rzecz o mych smutnych dziwkach". Jednak nowa generacja latynoamerykańskich pisarzy zbuntowała się przeciwko swoim mistrzom. Wolą pisać o społecznych dramatach, a nie w stylu realizmu magicznego, który w latach 60. i 70. wykreował modę na literaturę Ameryki Łacińskiej w świecie

Czasy pseudodemokracji (Tempos de Pseudo-democracia)
Już po polsku głośna na całym świecie najnowsza książka Gabriela Garcii Márqueza "Rzecz o mych smutnych dziwkach". Jednak nowa generacja latynoamerykańskich pisarzy zbuntowała się przeciwko swoim mistrzom. Wolą pisać o społecznych dramatach, a nie w stylu realizmu magicznego, który w latach 60. i 70. wykreował modę na literaturę Ameryki Łacińskiej w świecie
Já para polsku vocal em mundo inteiro o livro mais novo de Gabriela Garcii Márqueza "Coisa sobre mych as mulheres relaxadas tristes." Porém a geração nova de escritores de latynoameryka.skich se revoltou contra os mestres dela. Eles preferem escrever sobre dramas sociais, e não em magia de realizmu de golpe que em anos 60. E 70. Wykreowa. moda na literatura de América Latina em mundo
Mówi "Gazecie" prof. Hermenegildo Bastos, historyk literatury z Uniwersytetu w Brasilii: - Współczesność Ameryki Łacińskiej jest silnie naznaczona przez to, co archaiczne, zacofane i zupełnie niewspółczesne. Dzisiejsza literatura regionu odzwierciedla szok, jaki wywołuje obecność w naszej rzeczywistości zjawisk rodem z XVII w., takich jak np. istniejąca w Brazylii półniewolnicza praca. Opisywanie tego rodzaju zjawisk społecznych poprzez fantazję realizmu magicznego jest po prostu niemożliwe.
Fala 'Para jornal" professor Hermenegildo Bastos, o historiador de literatura de Universidade em Brasilii: - O contemporaneidade de América Latina é factorials marcado assim, o que arcaico, para trás e completamente uncontemporary. O a literatura de hoje de região reflete choque nervoso que grampeia presença em nossa realidade de ocorrências agüentado em XVII w., como por exemplo existente no Brasil trabalho de pó.niewolnicza. Descrevendo daquele tipo de ocorrências sociais por magia de realizmu caprichosa é meramente impossível.
Koszmar faveli (Faveli de pesadelo)
Nowa generacja pisarzy chce opisywać właśnie trapiące kontynent społeczne dramaty. Paulo Lins, wybitny brazylijski pisarz nowej generacji, rozsławiony na świecie dzięki filmowi opartemu na jego książce "Miasto Boga", mówi otwarcie, że ta powieść "stawia pod znakiem zapytania brazylijską politykę wewnętrzną, gdyż to za jej sprawą pojawiły się favele i związany z nimi koszmar".
A geração nova de desejos de escritores para descrever continente atormentador precisamente dramas sociais. Paulo Lins, o escritor de brazilian excelente de geração nova cobriu com glória no mundo graças a filme apoiado no livro dele 'A cidade de Deus", fala abertura que isto puxa "põe debaixo de sinal pergunta brazilian política interna, como isso depois que o caso dela se aparecesse favele e relacionado a eles pesadelo."
- Jeżeli w Brazylii - mówi Lins - ludzie nadal skarżą się na głód, przestępczość, skorumpowanych policjantów, analfabetyzm, jest to efekt dotychczas prowadzonej polityki. Wystarczy uświadomić sobie, że nasz kraj przecierpiał 300 lat kolonizacji i 400 lat niewolnictwa, do tego sto lat dominacji Stanów Zjednoczonych i dwie dyktatury.
Se no Brasil - fala Lins - as pessoas como adiante reclame em escassez, criminalidade, policial venais, ignorância, são agora esta gaveta de efeito de política administrada. Bastará se informa que nosso país sofreu 300 anos de colonizações e 400 anos de escravidão, também cem anos da dominação de estados Unidos e duas ditaduras.
Czasy pseudodemokracji (Tempos de Pseudo-democracia)
Do czterdziestolatków dołączają starsi pisarze. Leopoldino dos Santos Ferreira, literat starszego pokolenia, który dopiero w wieku emerytalnym debiutuje teraz jako powieściopisarz, opowiada historię Cleyde, domowej sprzątaczki, która stacza się na ulicę, gdzie oddaje się za parę groszy, wplątuje się w handel narkotykami. Ferreira przyznaje, że jego powieść stanowi z założenia zaangażowaną krytykę społeczną, obnaża dyskryminację biednych, ludzi bez szans i perspektyw.
Para czterdziestolatków junte os escritores mais velhos. Leopoldino dos Santos Ferreira, escritor de geração mais velha que após a sua aposentadoria estréia agora como novelista, conta história de Cleyde, uma empregada doméstica que se prostitui em uma avenida, e envolve-se em comércio de narcóticos. Ferreira admite que o seu retrato das classes dominantes incentiva a crítica social, despe a discriminação dos pobres, pessoas sem chances e perspectivas.
- Żyjemy w świecie pseudodemokracji - mówi Ferreira - w którym kupuje się kongresmanów, w którym korupcja trawi wszystkie warstwy społeczne. Jeśli chodzi o społeczny rozwój i wiele praktyk, znajdujemy się w wieku XVIII. Dyskryminacja, jaka spotyka Cleyde, jest wynikiem jej niskiej pozycji społecznej. Przegrywa nie dlatego, że jej osobowość jest "wybrakowana", ale dlatego, że nie ma "broni" do walki we współczesnym świecie - wiedzy, dostępu do edukacji, żadnej szansy wybicia się w okrutnie konkurencyjnym i dyskryminującym biednych społeczeństwie urządzonym przez bogatych. Przegrywa nie dlatego, że jej osobowość jest "wybrakowana", ale dlatego, że nie ma "broni" do walki we współczesnym świecie - wiedzy, dostępu do edukacji, żadnej szansy wybicia się w okrutnie konkurencyjnym i dyskryminującym biednych społeczeństwie urządzonym przez bogatych.
- Nós vivemos em uma pseudo-democracia - diz Ferreira - na qual a compra de parlamentares e a corrupção digerem todas as camadas sociais. Sobre desenvolvimento social e muitos que o practicam, pode-se encontrar a cobertura em XVIII. A discriminação que conhece Cleyde, é o resultado de sua baixa posição social. Consequentemente, sua individualidade é rejeitada como “defeituosa", portanto, contra isso não tem "armas" para lutar no mundo contemporâneo - conhecimento, oportunidades para educação, nenhuma chances de sai de uma comunidade cruelmente pobre, competitiva e distitiva, organizada por ricos.
Postado por leopoldino ferreira às 08:00

sexta-feira, 16 de maio de 2008

O SEGREDO PARA A JUVENTUDE ETERNA?


Aqui está uma excitante notícia: Einstein ensinou-nos que o movimento pode diminuir a velocidade do tempo a uma gota.Será que ele descobriu uma fonte de juventude e o segredo para o eterno vigor? Caminhando rápido se permanece mais jovem ? Bela tentativa, mas ainda não tire a rolha da champanha para comemorar.
Para começar, você teria que conseguir ficar bastante próximo da velocidade da luz para que a dilação do tempo se tornasse realmente apreciável. Se Jules viaja a 80 por cento da velocidade da luz, ele envelhecerá 60 anos comparados com os 100 de Jim. A 86 por cento da velocidade da luz ele envelhecerá somente 50 anos, e a 99.5 por cento não mais de 10 anos. Quanto mais próximo da velocidade da luz ele fica, tanto mais vagarosamente ele envelhece comparado com Jim. Mas há um preço. Aproximado-se da velocidade da luz acarreta um pesado preço, porque quanto mais rápido o foguete de Jules vai, tanto mais pesado ele fica. De fato, a massa aumenta exatamente pelo mesmo fator pelo qual o tempo fica devagar. A 99.5 por cento da velocidade da luz, Jules pode envelhecer 10 vezes mais devagar do que Jim, mas o seu foguete também se tornará 10 vezes mais massivo. E quanto mais massa ele ganha, tanto mais combustível ele requer – o qual acrescenta ainda mais massa à espaçonave, e assim mais aumenta a exigência de combustível. Estabelece-se um círculo vicioso, sem término a vista. Para alcançar a velocidade da luz, Jules precisaria de uma massa infinita de combustível, o que cai no reino da ficção científica.
Mas mesmo assumindo por um momento que este problema de combustível pudesse ser resolvido, Jules pode diminuir a taxa na qual ele envelhece somente em relação ao tempo de alguém, neste caso ao tempo de Jim. Como é evidente, desde que Jules se move a uma velocidade constante, sem acelerar ou desacelerar, a situação é completamente simétrica entre Jules e Jim. Jules sentado no seu foguete, pensa que Jim é levado pela Terra a 80 por cento da velocidade da luz, o que torna lento o tempo de Jim a 60 por cento do normal e ele mesmo é que envelhece numa taxa normal. Ao mesmo tempo, Jim, firmemente plantado na Terra, pensa que Jules está se movendo a 80 por cento da velocidade da luz e, portanto, que é o tempo do seu amigo que está sendo desacelerado a 60 por cento comparado ao tempo da Terra. Como pode o tempo de Jules simultaneamente fluir mais rápido e mais devagar do que o tempo de Jim? Há aqui um paradoxo? Pode haver alguma coisa terrivelmente errada com a relatividade especial?
A resposta é decididamente não. Desde que Jules e Jim estão apartados, a situação é totalmente simétrica, e cada homem pensa que o tempo do outro está indo mais devagar comparado ao seu próprio. Por um lado, cada um pode mesmo verificar isto ao ver imagens na televisão enviadas por câmaras focadas no relógio na sala de estar de Jim, e a da cabine da espaçonave de Jules. Estas imagens são levadas por ondas de rádio, as quais, como Maxwell descobriu, propagam-se com a velocidade da luz. Vamos primeiro examinar as coisas da perspectiva de Jules. Em virtude de Jim parecer estar se movendo a partir dele a 80 por cento da velocidade da luz, Jules vê o relógio do seu amigo avançar somente 36 minutos durante uma hora completa em sua cápsula espacial. Realmente, Jules vê o relógio de Jim se mover mesmo mais vagarosamente do que isso, porque em acréscimo a morosidade predita pela teoria da relatividade, as ondas de rádio que transportam a imagem do relógio de Jim levam certo tempo para percorrer a distância entre a Terra e o foguete, o qual introduz um atraso extra. Este efeito é conhecido como “Efeito Doppler” designado ao físico Austríaco que descobriu um fenômeno similar para uma fonte de som que se move em relação a um observador. Vamos considerar agora o que acontece sob o ponto de vista de Jim. As coisas são completamente simétricas. Jim vê Jules se mover a 80 por cento da velocidade da luz e observa que o relógio de Jules é mais lento do que o seu. Este atraso, causado pela combinação da relatividade e pelo efeito Doppler, é precisamente o mesmo que aquele observado por Jules quando ele vigia o relógio de Jim.
Jules finalmente alcança seu destino, um planeta que órbita uma estrela em algum lugar na Via Láctea. Após completar sua missão no distante planeta, Jules começa sua viagem de retorno para casa. A situação agora é invertida. As imagens da sala de estar de Jim agora encontram o foguete de frente, em vez de ter de alcançá-lo, e o efeito Doppler faz o relógio de Jim parecer trabalhar mais rápido. Naturalmente, a desaceleração do tempo previsto pela relatividade continua válida, mas é menor do que o efeito Doppler, e o resultado líquido é que Jules vê o relógio de Jim ganhar tempo comparado com o seu. E acerca de Jim? Aqui, também, a situação é simétrica. Jim recebe as imagens de televisão transportadas pelas ondas de rádio que encontram a Terra frontalmente. Uma vez mais, o efeito Doppler domina sobre os efeitos relativísticos, e Jim conclui que o relógio de Jules corre mais rápido do que seu. De fato, cada amigo pensa que o relógio do outro ultrapassa o seu precisamente na mesma taxa.

Tempos atrás os comunistas brasileiros diziam que “o Brasil e outras republiquetas são o ´terreiro´ dos Estados Unidos.” Parece que é mesmo! Bastou certa debilóide de uma agência internacional dizer que o Brasil tem ´investment grade´ para alguns patetas graduados do governo Lula terem orgasmo de uma gata no cio; enquanto isso, os lixões proliferam... E a periferia comemora...
O estuprador de banco Salvatore Cacciola, preso em Mônaco, quer ser extraditado para o Brasil. Ora, vem! O bandido é nosso...o SolTa Figurão é pai...
Você tem curso superior? Vá passar férias num presídio brasileiro! Tem TV, bar, celulares, jatinhos de luxo, escolta presidencial, visitas íntimas e, boas comidas...
Diplomacia do chanceler saltimbanco: caviar, champanha francesa, etc..
O SEGREDO PARA A JUVENTUDE ETERNA?


Aqui está uma excitante notícia: Einstein ensinou-nos que o movimento pode diminuir a velocidade do tempo a uma gota.Será que ele descobriu uma fonte de juventude e o segredo para o eterno vigor? Caminhando rápido se permanece mais jovem ? Bela tentativa, mas ainda não tire a rolha da champanha para comemorar.
Para começar, você teria que conseguir ficar bastante próximo da velocidade da luz para que a dilação do tempo se tornasse realmente apreciável. Se Jules viaja a 80 por cento da velocidade da luz, ele envelhecerá 60 anos comparados com os 100 de Jim. A 86 por cento da velocidade da luz ele envelhecerá somente 50 anos, e a 99.5 por cento não mais de 10 anos. Quanto mais próximo da velocidade da luz ele fica, tanto mais vagarosamente ele envelhece comparado com Jim. Mas há um preço. Aproximado-se da velocidade da luz acarreta um pesado preço, porque quanto mais rápido o foguete de Jules vai, tanto mais pesado ele fica. De fato, a massa aumenta exatamente pelo mesmo fator pelo qual o tempo fica devagar. A 99.5 por cento da velocidade da luz, Jules pode envelhecer 10 vezes mais devagar do que Jim, mas o seu foguete também se tornará 10 vezes mais massivo. E quanto mais massa ele ganha, tanto mais combustível ele requer – o qual acrescenta ainda mais massa à espaçonave, e assim mais aumenta a exigência de combustível. Estabelece-se um círculo vicioso, sem término a vista. Para alcançar a velocidade da luz, Jules precisaria de uma massa infinita de combustível, o que cai no reino da ficção científica.
Mas mesmo assumindo por um momento que este problema de combustível pudesse ser resolvido, Jules pode diminuir a taxa na qual ele envelhece somente em relação ao tempo de alguém, neste caso ao tempo de Jim. Como é evidente, desde que Jules se move a uma velocidade constante, sem acelerar ou desacelerar, a situação é completamente simétrica entre Jules e Jim. Jules sentado no seu foguete, pensa que Jim é levado pela Terra a 80 por cento da velocidade da luz, o que torna lento o tempo de Jim a 60 por cento do normal e ele mesmo é que envelhece numa taxa normal. Ao mesmo tempo, Jim, firmemente plantado na Terra, pensa que Jules está se movendo a 80 por cento da velocidade da luz e, portanto, que é o tempo do seu amigo que está sendo desacelerado a 60 por cento comparado ao tempo da Terra. Como pode o tempo de Jules simultaneamente fluir mais rápido e mais devagar do que o tempo de Jim? Há aqui um paradoxo? Pode haver alguma coisa terrivelmente errada com a relatividade especial?
A resposta é decididamente não. Desde que Jules e Jim estão apartados, a situação é totalmente simétrica, e cada homem pensa que o tempo do outro está indo mais devagar comparado ao seu próprio. Por um lado, cada um pode mesmo verificar isto ao ver imagens na televisão enviadas por câmaras focadas no relógio na sala de estar de Jim, e a da cabine da espaçonave de Jules. Estas imagens são levadas por ondas de rádio, as quais, como Maxwell descobriu, propagam-se com a velocidade da luz. Vamos primeiro examinar as coisas da perspectiva de Jules. Em virtude de Jim parecer estar se movendo a partir dele a 80 por cento da velocidade da luz, Jules vê o relógio do seu amigo avançar somente 36 minutos durante uma hora completa em sua cápsula espacial. Realmente, Jules vê o relógio de Jim se mover mesmo mais vagarosamente do que isso, porque em acréscimo a morosidade predita pela teoria da relatividade, as ondas de rádio que transportam a imagem do relógio de Jim levam certo tempo para percorrer a distância entre a Terra e o foguete, o qual introduz um atraso extra. Este efeito é conhecido como “Efeito Doppler” designado ao físico Austríaco que descobriu um fenômeno similar para uma fonte de som que se move em relação a um observador. Vamos considerar agora o que acontece sob o ponto de vista de Jim. As coisas são completamente simétricas. Jim vê Jules se mover a 80 por cento da velocidade da luz e observa que o relógio de Jules é mais lento do que o seu. Este atraso, causado pela combinação da relatividade e pelo efeito Doppler, é precisamente o mesmo que aquele observado por Jules quando ele vigia o relógio de Jim.
Jules finalmente alcança seu destino, um planeta que órbita uma estrela em algum lugar na Via Láctea. Após completar sua missão no distante planeta, Jules começa sua viagem de retorno para casa. A situação agora é invertida. As imagens da sala de estar de Jim agora encontram o foguete de frente, em vez de ter de alcançá-lo, e o efeito Doppler faz o relógio de Jim parecer trabalhar mais rápido. Naturalmente, a desaceleração do tempo previsto pela relatividade continua válida, mas é menor do que o efeito Doppler, e o resultado líquido é que Jules vê o relógio de Jim ganhar tempo comparado com o seu. E acerca de Jim? Aqui, também, a situação é simétrica. Jim recebe as imagens de televisão transportadas pelas ondas de rádio que encontram a Terra frontalmente. Uma vez mais, o efeito Doppler domina sobre os efeitos relativísticos, e Jim conclui que o relógio de Jules corre mais rápido do que seu. De fato, cada amigo pensa que o relógio do outro ultrapassa o seu precisamente na mesma taxa.

Tempos atrás os comunistas brasileiros diziam que o Brasil e outras republiquetas eram o ´terreiro dos Estados Unidos.´ Parece que é mesmo! Bastou uma debilóide de uma agência internacional dizer que o Brasil tem ´investment grade´ para alguns patetas graduados do governo Lula terem orgasmo de uma gata no cio; enquanto isso, os lixões proliferam... E a periferia comemora...