sábado, 7 de junho de 2008

*Paraíso é onde os cozinheiros são franceses,a polícia é inglesa, os mecânicos são alemães, os amantes são italianos e tudo é organizado pelos suíços.
Inferno é onde os cozinheiros são ingleses, os alemães são a polícia, os mecânicos são franceses, os amantes são suiços e tudo é organizado pelos italianos.
*O Leão filho da Lua: pousa de machão para os assalariados, mas dá de ré para os banquairos...faça uma imagem...
http://wwwleopoldino.blogspot.com/

sexta-feira, 6 de junho de 2008

*O Leão filho da Lua: pousa de macho para os assalariados, mas dá de ré para os banqueiros....
* Para ser popular é preciso ser uma mediocridade (Oscar Wilde, 1854-1900, escritor irlandês).


Segurança e Saúde


Certa vez nosso presidente, em uma de suas parlapatices, disse que a Saúde está “chegando a perfeição”; mas todos sabem, vêem e sentem que os hospitais, os postos de saúde, etc, mais se parecem com o Inferno de Dante. O exemplo mais recente é a epidemia de dengue, no Rio; porém para ele isso é invenção da mídia e conspiração daqueles que não vivem em seu mundo imaginário. Também deve estar chegando a perfeição a segurança pública, pois certa vez a televisão mostrou o comandante da PM, do Rio, correndo das balas dos bandidos que vinham do alto do morro os quais ainda faziam momices para o ultraje cômico. Neste caso parece que a estratégia militar está invertida: em vez de no alto do morro ficar aquartelado o QG da PM, observa-se o contrário. Não há dúvida que os bandidos são bem treinados em estratégia militar, e possuem armas de última geração. Enquanto isso, vidas se acabam ante a inoperância de um governo que vive no mundo da Lua.
Agora, já com 37 ministérios, uma outra secretaria com status de ministério se soma a tantos outros inúteis do Governo atual, a tal Secretaria de Assuntos de Longo Prazo, a SeAlopra, que parece vai tratar dos direitos humanos dos ET´s...O seu titular é um mesogringo, professor de Harvard, apesar de ter acusado o governo do seu atual chefe “como o mais corrupto da história” e ainda ter sugerido o seu afastamento. E mais dinheiro do contribuinte é colocado no bolso de dezenas de novos cortesãos que vão infestar essa inútil secretaria. E a farra continua com o aumento absurdo de salários, e novos cargos para a alta cúpula do governo com mais DAS para essa legião de mandriões que dá para habitar uma cidade de médio porte. E a sangria dos minguados salários dos trabalhadores continua nos Estados e Municípios. Ë só ler nos Diários Oficiais a relação nominal desses apaniguados.
Por outro lado, certo senador disse que o Congresso está sangrando com tantos escândalos, o último agora o do deputado Paulo Pereira da Silva, o “Paulinho”. Quem está sangrando há muito tempo é o povo brasileiro ante a felonia desses celerados dissimulados de ovelhas. Não há dia que não surja um novo escândalo envolvendo essa súcia de políticos que infesta essa Casa de aves de rapina, que se somam a centenas de outros que roubam descaradamente. Os processos de seus crimes vão para as estâncias superiores do Judiciário que bem poderia receber este ano o prêmio Jabuti de literatura, tantos são os escritos que enchem dezenas de volumes de um só processo para dar em nada, a não ser a prescrição do crime. Parece que estamos convergindo para uma canalhocracia. Talvez o grande escritor Dostoievski aqui mudasse o título do seu romance para “Crime sem Castigo”.
Agora surge uma outra figura folclórica nesse ministério mastodôntico....
Enquanto isso, o povão muge...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

*O Leão filho da Lua: pousa de macho para os assalariados, mas dá de ré para os banqueiros...



Banditismo Permitido


Alguém já disse que uma grande nação se constrói sobre o tripé: educação, saúde e segurança. Se isto é verdade e parece ser mesmo, então o nosso país tem pouca chance de alcançar ao que atualmente se denomina ‘primeiro mundo’.
Em conseqüência, no item segurança, o que se vê diariamente é o crescimento da bandidagem em progressão geométrica em todo o território nacional devido a inércia, a covardia, e a falta de respeito das tais autoridades (in)competentes em todo o país.
Dizem que no caso da bandidagem o que se vê agora é o resultado da inexistência de políticas sociais, e da pobreza que se alastra como um peste devido a concentração de renda na mão de uns pouco felizardos. Isto é apenas uma meia-verdade porque em paises como a Índia, que tem uma população muito maior, o que se vê é o contrario, como já foi exibido em programas da mídia nacional e internacional. Parece que essas teses e outras simplórias partem de alguns intelectuais de águas-furtadas e outros tantos bacharéis alienados que vivem em torres de marfim.
Não fossem as nossas leis contraditórias e incoerentes e uma Constituição mastodôntica, não teríamos tantas brechas nos artigos e parágrafos dessas leis para beneficiar bandidos de todas as matizes, muitos dos quais agem nas ilhargas do Governo Central e dos Estados. Já escrevia o historiador romano Caio Cornélio Tácito (55-120 AD): ‘O mais corrupto dos Estados tem o maior numero de leis’. Isto parece bem atual.
Então, o que fazer?
Há décadas existia nas cidades uma patrulha mista formada por policiais civis, militares e das forças armadas que faziam o policiamento ostensivo em todos os bairros durante a noite. Por que não restaura-las agora?; que essa SDDH cumpra a sua finalidade que é o direito às vitimas dos bandidos e não o contrário; revisão desse insensato Estatuto da Criança e do Adolescente – cobertor de facínoras mirins – no sentido de que o mal não tem idade para se manifestar, e que criminosos de qualquer idade não viram mocinhos (como exemplo, entre muitos outros, é o de Mary Bell, com 11 anos, julgada e condenada a prisão perpetua, em 1968, por ter assassinado dois garotos de pouco mais de três anos, na Inglaterra); revisão do Código de Processo Penal a fim e evitar a impunidade; o não contingenciamento de verbas para a Segurança; e outros procedimentos operacionais a fim garantir a agilidade e a manutenção das policias em locais de alta criminalidade. Parece que isto é o mínimo.
Contudo, ilustres bernardistas vão alegar que alguma efeminação jurídica ou a Mastodôntica não permite....Mas permitiu que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) estabelecesse que quem pratica crimes hediondos pode pleitear a progressão de regime após o cumprimento de um sexto da pena. Como disse o promotor Cristiano Lajóia, Coordenador do 8o Centro de Apoio Operacional da Execução Penal do MP: ‘Não é possível que pessoas com penas superiores a 50 anos saiam após cinco. É um escárnio com a sociedade’.
Finalmente, para os que têm sede de justiça: Mole lex sed lex...

terça-feira, 3 de junho de 2008

Ameaça aos ricardãos do planeta: o grande garanhão de Garanhuns,é de ferro, voa muito, mas aterrisa...



O TEMPO ADQUIRE UMA COMPONENTE ESPACIAL

A gravidade atrasa o tempo e curva o espaço. Pise no acelerador para ganhar um bocado de velocidade, e você verá o tempo se alongar e o espaço se contrair. Como Jules viaja a 80 por cento da velocidade da luz, não somente Jim vê o tempo de Jules transcorrer a 60 por cento da taxa do seu próprio tempo, mas também ele vê o foguete de Jules encolher a 60 por cento do seu valor normal. É como se a dilação do tempo é exatamente compensada pela contração do espaço. No mundo Newtoniano, o tempo e o espaço eram atores independentes livres para fazer o que lhes agradava no grande palco cósmico. Einstein já não permite essa independência. De agora em diante, os dois mundos formam um par inseparável e indissolúvel, sempre atuando em concerto. Tempo e espaço desunidos são somente meras sombras da realidade. A única coisa que tem uma existência tangível é um espaço-tempo unido. O espaço leva os atributos do tempo, e o tempo do espaço.
Há 20.000 anos atrás, nossos ancestrais Paleolíticos já estavam intuitivamente dando ao tempo uma dimensão espacial quando eles esculpiam entalhes nos ossos de animais para registrar a passagem dos dias. Ao destruir a universalidade do tempo, Einstein forneceu uma justificação científica para adicionar uma componente espacial ao tempo. Ao se tornar maleável e flexível para acomodar o movimento, este novo tipo de tempo varreu para a água conceitos de simultaneidade universal, passado, presente, e futuro. O que é “agora” para mim pode ser bem percebido como futuro para você ou o passado para meu amigo. Tudo depende do meu movimento relativo a vocês e da distância que nos separa. Por exemplo, com o simples ato de abaixar este livro e caminhar em sua sala de estar, o que você chama “agora”, pode mudar para um dia inteiro do ponto de vista de alguém vivendo na galáxia de Andrômeda, dois milhões de anos-luz daqui. Se dois de vocês estão sentados e lendo descansadamente, “agora” é o mesmo para ambos. Mas se você está andando na sua sala de estar, uns poucos metros mais próximo a Andrômeda, seu “agora” se deslocará de um dia em direção ao futuro de sua contraparte em Andrômeda, pelo menos se você fica a poucos metros mais próximo da Galáxia. Por outro lado, se você se move na direção oposta, seu “agora” se deslocará para trás por um dia no passado do habitante de Andrômeda.
A perda do conceito de simultaneidade trás desconforto às nossas tradicionais noções de passado, presente, e futuro. Pensamos do passado como já realizado, levado e perdido nas dobras de nossa memória, e nada pode ser feito para mudá-lo. Somente o sabor de um madeleine (uma pastelaria Francesa) e a mágica de escrever pode habilitar alguém como Marcel Proust a reviver o tempo perdido. Ao contrário, pensamos do futuro como alguma coisa a construir; ele transporta nossos sonhos e esperanças, e nossas ações atuais podem influenciar e moldá-lo. Sentimos o tempo passar, e nossa linguagem reflete esse fato: Falamos do “curso” ou “fluxo” do tempo. Contudo, este tempo psicológico não se ajusta com o tempo físico de Einstein. Se, como ele nos ensinou, meu futuro pode ser o passado do meu amigo, e se o passado do meu vizinho pode ser meu presente, então o passado não pode ser completado e o futuro não está ainda para ser feito. O passado e o futuro devem coexistir com o presente. Tal como uma paisagem que se estende até onde nossa vista pode alcançar, o tempo físico existe unicamente em sua inteireza. A tela do tempo se estende do horizonte do passado ao horizonte do futuro. Toda distinção entre passado, presente, e futuro é somente uma ilusão. Em contraste com o tempo psicológico, o tempo físico nem flui nem passa. Ele existe como uma simples entidade; ele simplesmente é. Neste sentido, ele ecoa a intuição poética de William Blake em Jerusalem:

I see the Past, the Present and Future
Existing all at once before me…

Ou T. S. Eliot em Burnt Norton:

Time present and time past
Are both perhaps present in time future
And the time future contained in time past,
If all time is eternally present.

O tempo físico resolve vários paradoxos colocados pelo tempo psicológico. Se o tempo realmente flui, a que velocidade ele vai? Obviamente, esta é uma questão absurda. Mas se o tempo simplesmente está e não flui absolutamente, já não há qualquer razão para colocar a questão em primeiro lugar. Contudo, tudo na experiência humana aponta para uma flecha do tempo, transportando-nos do nosso berço à sepultura. Então o que cria esta sensação de movimento? É esta percepção de fluxo meramente uma construção mental? É uma ilusão inventada pelo cérebro, sem nenhuma existência real de si mesmo? Seriam as aparências nada mais do que sombras de realidade, como afirmava Platão? Ou existe um aspecto do tempo físico que ainda não temos apreendido? Einstein revolucionou nosso conceito de tempo no início do século vinte casando-o com o espaço. Haverá uma outra revolução no século vinte e um que resolverá a profunda dicotomia entre as duas espécies de tempo – o físico e o psicológico? Não obstante, uma coisa é clara: Tal solução permanecerá além do nosso alcance até que compreendamos como o cérebro funciona e percebe o tempo, e como tudo isto está relacionado ao nosso conceito do livre arbítrio.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Investment grade no Brasil

To the Investment grade in Brazil/Lula:







Manchetes

*Policiais garantem segurança ao tráfico” “`Polícia não incomoda os traficantes” “Tráfico cala as comunidades de Belém” “Assaltantes espalham o terror em Belém”
Esse é o espectro da violência em quase todo o Brasil. Em outro nível é o que prolifera nos subterrâneos da administração pública federal, estadual e municipal, incluindo o legislativo e o judiciário. O exemplo atual é o dado pelos deputados da Assembléia Legislativa do Rio que aprovaram a toque de caixa um projeto de resolução segundo o qual lavagem de dinheiro não é crime inafiançável; isto para salvar da prisão feita pela Polícia Federal (PF) o deputado Álvaro Lins, acusado de formação de quadrilha armada, facilitação de contrabando, corrupção passiva e lavagem de dinheiro quando chefiou a Polícia Civil do Rio de 2000 a 2006 no governo de Garotinho(talvez só a cara...) o qual também é acusado de chefiar essa quadrilha.
O mau exemplo dado por essa Assembléia é mais um perpetrado por uma súcia de criminosos e vadios que assolam a maioria das assembléias legislativas do país, em todos os níveis, capazes de crimes que fariam inveja a Fernandinho Beira-Mar. Essa situação intolerável vem desde a pseudo-democratização do país cuja democracia resvala à canalhocracia patrocinada por essa ralé inominável que se apoderou do poder para enriquecer a qualquer custo, com salários e mordomias que fazem inveja aos marajás do petróleo. Em Belém, não está fora disso! Anualmente 24 milhões vão para os bolsos desses parasitas que nada fazem durante o ano inteiro na tal Câmara de Vereadores.
*Diz Garotinho que “Minha arma é a Bíblia”. Ora, os apóstolos fraudulentos da igreja “Renascer em Cristo” foram presos ao desembarcar em Miami com uma Bíblia recheada de dólares. Talvez seus reflexos condicionados o levaram a pensar que estavam no Brasil...
* Onde estão os dez milhões de reais encontrados em jatinho com um pastor da “Igreja Universal do Reino de Deus” ? Imposto neles!
* O Homem de Ferro não se cansa de penalizar a população com impostos. Dissimulado, ele quer ressuscitar a CPMF. Não precisa! Se quiser dinheiro de sobra para a Saúde, a Educação, e a Segurança basta reduzir drasticamente os DAS, os cartões corporativos e todas as mordomias dos ocupantes de cargos de toda administração pública; só em Belém um hangar com capacidade para ocupar milhares de pessoas ficou lotado com essa malta de desocupados que sangra os cofres da nação com cinismo e deboche, enquanto milhões de brasileiros procuram nos lixões das cidades um meio de vida para sobreviver. Fora neles!
O Leão filho da Lua: pousa de macho para os assalariados mas dá de ré para os banqueiros...
*Enquanto isso, mandacaru flora no Palácio, e a menina-moça não quer mais sapato baixo...
*A ONU(fórum de desocupados) e a Anistia Internacional têm, também, seus bacharéis coroinhas e seus filhos da Lua (Erastótenes, filósofo grego). Querem porque querem que a polícia carioca enfrente os bandidos com ramalhetes de flores...
* Um poder só cai quando outro mais alto se alevanta(Camões).

lixão

To the Investment grade in Brazil/Lula:







Manchetes

*Policiais garantem segurança ao tráfico” “`Polícia não incomoda os traficantes” “Tráfico cala as comunidades de Belém” “Assaltantes espalham o terror em Belém”
Esse é o espectro da violência em quase todo o Brasil. Em outro nível é o que prolifera nos subterrâneos da administração pública federal, estadual e municipal, incluindo o legislativo e o judiciário. O exemplo atual é o dado pelos deputados da Assembléia Legislativa do Rio que aprovaram a toque de caixa um projeto de resolução segundo o qual lavagem de dinheiro não é crime inafiançável; isto para salvar da prisão feita pela Polícia Federal (PF) o deputado Álvaro Lins, acusado de formação de quadrilha armada, facilitação de contrabando, corrupção passiva e lavagem de dinheiro quando chefiou a Polícia Civil do Rio de 2000 a 2006 no governo de Garotinho(talvez só a cara...) o qual também é acusado de chefiar essa quadrilha.
O mau exemplo dado por essa Assembléia é mais um perpetrado por uma súcia de criminosos e vadios que assolam a maioria das assembléias legislativas do país, em todos os níveis, capazes de crimes que fariam inveja a Fernandinho Beira-Mar. Essa situação intolerável vem desde a pseudo-democratização do país cuja democracia resvala à canalhocracia patrocinada por essa ralé inominável que se apoderou do poder para enriquecer a qualquer custo, com salários e mordomias que fazem inveja aos marajás do petróleo. Em Belém, não está fora disso! Anualmente 24 milhões vão para os bolsos desses parasitas que nada fazem durante o ano inteiro na tal Câmara de Vereadores.
*Diz Garotinho que “Minha arma é a Bíblia”. Ora, os apóstolos fraudulentos da igreja “Renascer em Cristo” foram presos ao desembarcar em Miami com uma Bíblia recheada de dólares. Talvez seus reflexos condicionados o levaram a pensar que estavam no Brasil...
* Onde estão os dez milhões de reais encontrados em jatinho com um pastor da “Igreja Universal do Reino de Deus” ? Imposto neles!
* O Homem de Ferro não se cansa de penalizar a população com impostos. Dissimulado, ele quer ressuscitar a CPMF. Não precisa! Se quiser dinheiro de sobra para a Saúde, a Educação, e a Segurança basta reduzir drasticamente os DAS, os cartões corporativos e todas as mordomias dos ocupantes de cargos de toda administração pública; só em Belém um hangar com capacidade para ocupar milhares de pessoas ficou lotado com essa malta de desocupados que sangra os cofres da nação com cinismo e deboche, enquanto milhões de brasileiros procuram nos lixões das cidades um meio de vida para sobreviver. Fora neles!
O Leão filho da Lua: pousa de macho para os assalariados mas dá de ré para os banqueiros...
*Enquanto isso, mandacaru flora no Palácio, e a menina-moça não quer mais sapato baixo...
*A ONU(fórum de desocupados) e a Anistia Internacional têm, também, seus bacharéis coroinhas e seus filhos da Lua (Erastótenes, filósofo grego). Querem porque querem que a polícia carioca enfrente os bandidos com ramalhetes de flores...
* Um poder só cai quando outro mais alto se alevanta(Camões).